Organizas as tuas prioridades?

Desde sempre que ouvi o meu avô dizer que há tempo para tudo, ele dizia-me isto porque eu achava que não tinha tempo de fazer os trabalhos de casa e brincar, por isso, eu queria chegar a casa e ir brincar directamente. Ele sempre disse não a isso, primeiro tinha de fazer os trabalhos de casa e então depois podia ir brincar. Hoje em dia percebo o que é que ele me queria dizer, na verdade, todos nós temos tempo para tudo o que queremos fazer, é apenas uma questão de organização.

Para completar este pensamento do meu avô, eu sempre ouvi o meu pai dizer: dá mais trabalho fazer mal feito do que fazer bem feito. Claro que me dizia isto quando eu queria despachar os trabalhos de casa para ir brincar e depois tinha de voltar a fazer os trabalhos de casa porque tinha feito mal. Eles deram-me aqui duas lições muito importantes. E é sobre elas que vos venho falar hoje, muitas vezes achamos que não temos tempo para fazer tudo o que queremos, no entanto, se houver organização conseguimos sim fazer tudo. E que organização é esta?

É muito fácil, eu faço uma lista com tudo o que eu quero e tenho de fazer, tudo sem excepção para não me esquecer de nada. Depois, pego nessa lista e separo em 4 partes: coisas que são urgentes E importantes, coisas que não são urgentes MAS são importantes, coisas que são urgentes MAS não são importantes e coisas que não são urgentes nem importantes. O que é que isto quer dizer?

Bem… as coisas urgentes e importantes, são o tipo de coisas que têm um prazo que eu tenho de cumprir e que tenho mesmo de ser eu a fazer, são o topo da minha lista, é o mais importante.

As coisas que não são urgentes mas são importantes, são as coisas que são importantes para chegarmos aos nossos objectivos mas que não estão perto da data de entrega e por isso posso ir fazendo pouco a pouco, no entanto, é importante manter um progresso para depois não ter de fazer as coisas a correr.

As coisas que são urgentes mas não são importantes, são o tipo de coisas que têm uma data de entrega quase a fechar mas que podemos delegar a alguém.

Por fim as coisas que não são importantes nem urgentes, que como o próprio nome indica são aquelas coisas que não nos ajudam a chegar ao nosso objectivo e que não têm data para ser feitas, como: ler e-mails de publicidade, ver tv… podem ser feitos em qualquer altura e podem ser ajustados as restantes necessidades.

Esta organização, chama-se apenas prioridades. Quando tens uma lista de tudo o que tens para fazer, o teu objectivo é dar uma prioridade a todas essas coisas e esta é uma forma de conseguires fazer isso.

Claro, que não vais pôr tudo no mesmo dia, o ideal é ter apenas 1 ou 2 coisas importantes e urgentes num só dia, para conseguires fazer tudo, caso contrário vais olhar para a tua lista e procrastinar. Organiza tudo o que tens de fazer pela tua semana consoante as datas limite de entrega para conseguires fazer tudo. E depois, como é claro, no tempo que dedicares a fazer cada coisa, dedica-te a 100% a ela, não te esqueças que dá mais trabalho fazer mal do que fazer bem, simplesmente porque se fizeres mal não vais melhorar as tuas habilidades e vais ter de fazer essa mesma tarefa mais do que uma vez, quando poderias simples fazer logo bem e passar a tarefa seguinte.

E tu? Consegues gerir bem o teu tempo? Achas que este post te ajudou? Comenta e partilha este post com alguém que não consegue gerir muito bem o seu tempo.

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Queres conhecer-te melhor?

Tens a certeza que te conheces?
Eu demorei muito tempo a começar a perceber-me um bocadinho e a encontrar-me com a minha verdade. Foi numa altura de perda na minha vida que eu comecei a tentar perceber-me e a tentar encontrar as minhas crenças e valores, e foi a partir daí que comecei a trabalhar o meu auto-respeito e a minha auto-estima.

Por isso, este mês gostava de vos deixar 4 perguntas, ou seja, têm 1 semana para pensar em cada uma delas, isto porque, este processo não quer pressas, é um processo introspectivo e que demora o seu tempo. Por isso, se precisares de mais que uma semana para cada uma delas, ou até menos estás à vontade. Simplesmente leva o teu tempo.

As perguntas que te proponho hoje são:

  1. Quais são as tuas 3 principais qualidades? Porquê?
  2. Quais são as tuas maiores crenças limitantes? Como surgiram?
  3. Como podes substituir as tuas crenças limitantes por crenças que te motivem e abram portas?
  4. Quais são os teus valores fundamentais? Aqueles dos quais tu não abres mão.

Estes são os teus desafios este mês. São perguntas desafiantes, mas que para teu próprio bem precisam de uma resposta sincera da tua parte.

Boa sorte.

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Vamos ser felizes sozinhos?

Há um grande preconceito da sociedade com quem é solteiro. Desde pequeninos que nos habituamos a ouvir perguntas, como: “Então, já namoras?”. Pelo menos, no meu caso, desde que entrei na escola que me lembro das pessoas me perguntarem se eu já tinha um namorado.

A porca começa a torcer o rabo, quando chegas aos 18 anos e continuas a dizer que não a esta pergunta, pior ainda, se por acaso namoras durante um tempo e a relação acaba. Hoje tenho 25 anos e já ouço algumas pessoas a dizer que sou: “a encalhada”. Essas pessoas não podiam estar mais enganadas. Se há coisa que não me sinto é encalhada. Não é preciso um namorado para ser feliz.

A verdade é que somos educados para precisarmos de alguém para sermos felizes, quando, na verdade é ao contrário, precisamos de ser felizes para termos alguém. Muitas vezes descobrimos isto, porque voltamos a estar solteiros ou saímos de casa dos pais e vemo-nos sozinhos a ter de conviver connosco. No princípio custou-me muito, eu não sabia conviver comigo mas, ao mesmo tempo, foi a melhor aprendizagem que tive na minha vida e estou a ter.

Descobri um monte de coisas que não sabia sobre mim, porque simplesmente comecei a ter tempo para passar comigo: a pensar, a cuidar de mim, a pesquisar assuntos que nunca tinha pesquisado, a ver filmes que teria deixado de ver por saber a outra pessoa não teria interesse, a aprender a cozinhar, a ler sobre novos assuntos. Assim, comecei a descobrir que gostava de fazer coisas que não sabia que gostava.

E atenção que não estou a dizer que estar acompanhado é mau, pelo contrário, mas temos de aprender a ser felizes sozinhos também e a ver as mudanças como coisas boas.

Há muitas pessoas que engatam relações umas nas outras por simplesmente não saberem ou não quererem estar sozinhas, quando o fim de uma relação pode ser das melhores coisas que nos pode acontecer. O impacto de perder uma rotina pode levar-nos a um novo patamar do nosso ser, do nosso autoconhecimento e apontar-nos um novo caminho de vida. Pode ser uma oportunidade de fortalecer amizades e conhecer novas pessoas.

Além disso, não há uma idade para encontrar uma pessoa com quem faça sentido partilhar a vida. Eu continuo a ser apologista do bom e velho ditado: “mais vale sozinha do que mal acompanhada”, embora muitas pessoas não se guiem por ele, acho que sem sabermos quem realmente somos não vale a pena dividir a vida com ninguém, até porque a outra pessoa não tem de vir completar nada, mas sim acrescentar a quem somos. Por isso, se estás solteiro, aproveita.

Aproveita para te desafiares, para te conheceres, para sair da rotina, para fazer coisas que habitualmente não farias, para ler livros que nunca pensaste ler, para experimentar coisas que nunca fizeste, para ouvir música que não ouvirias, para aprender novas coisas sobre ti, para te ouvires, para te cuidares, para seres tu em todos os sentidos que isso pode significar.

Aproveita para seres a versão mais completa de ti próprio, porque como se diz: se tu não gostares de ti, quem gostará?

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Mostra-me a tua casa e eu digo-te quem és

Sabias que a forma como manténs a tua casa tem efeitos directos na tua saúde mental e diz muito sobre ti?

Já reparaste que quando tens a tua casa desarrumada nunca sabes onde está nada? Começa logo aí, na dificuldade que tens de fazer uma tarefa simples do dia-a-dia. Imagina que queres ir beber uma chávena de chá, mas estão todas por lavar. Ou que estás à procura de um documento importante mas não sabes onde está. Já passaste por isto? Ou, passas por isso frequentemente?

Lembra-te da raiva ou do stress que sentes por teres de ir lavar loiça por causa de um simples chá, ou de te quereres despachar e simplesmente não encontrares o raio do papel. Pois é… tudo isto seria evitado se tivesses mantido uma rotina de arrumação ou se tivesses arranjado uma lógica para arrumares a tua casa.

Existem vários estudos que dizem que há maior probabilidade de depressão e ansiedade em pessoas que mantêm a casa desarrumada. Porquê?

Porque um ambiente desorganizado provoca automaticamente ansiedade à pessoa que lá está, isto porque, o cérebro chega ao ambiente e encontra muita coisa para processar num curto espaço de pouco tempo o que cria ansiedade. Daí ser mais frequente encontrar em casas desorganizadas pessoas com ansiedade, stress, baixa auto-estima e fuga da realidade.

Eu pelo menos, quando entro num ambiente limpo e organizado, sinto automaticamente uma alegria e paz que são inexplicáveis, por isso, hoje deixo-vos 5 dicas para manter a tua casa organizada.

  • Desapega: Aposto que tens coisas em casa acumuladas que não usas mais, ou que nem nunca chegaste a usar, por isso desapega: vende ou doa os objectos que estão bons e põe no lixo o que já ninguém pode utilizar. E assim, ganhas uns trocos também.
  • Lugar definitivo para cada objecto: Define uma ordem para a tua casa, constrói uma lógica e define um lugar para cada objecto, assim, fica muito mais fácil encontrar o que queres.
  • Sempre que abrires uma gaveta tenta deixá-la mais arrumada, assim consegues manter facilmente a organização dos teus armários.
  • Rotina de organização, esta é sem dúvida a dica que mais uso, porque às vezes na correria do dia-a-dia vamos deixando as coisas espalhadas. Se guardares meia hora para arrumar a casa, vais conseguir mantê-la arrumada.
  • Produtos de organização: esta dica é importante, porque muitas vezes nas gavetas é muito difícil manter uma organização, se arranjares caixinhas organizadoras, fica muito mais fácil abrires a gaveta e sentires que ela está arrumada.

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Não te esqueças que a organização não é só no que está a vista, mas também nos sítios onde podemos esconder a desarrumação: armários, gavetas, divisões menos usadas.

Assim, vais ver que a tua rotina vai começar a fluir muito melhor

E tu? Tens problemas de organização? Tens alguma dica de organização que achas que devíamos saber? Deixa aqui nos comentários.

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Conheces os teus chakras?

Hoje começamos uma série de posts sobre os chakras, mas antes de falar deles quero começar por explicar o que é que são.

Para começar é preciso lembrar que tudo é energia: os astros, as plantas, os animais, os seres humanos, tudo e todos somos energia. Partindo deste princípio, os chakras são centros energéticos que estão ligados ao nosso corpo e que têm uma relação directa com os nossos órgãos.

A função dos chakras passa por: captar, filtrar, processar, sincronizar e distribuir a energia pelo organismo. Quando um chakra está bloqueado, começamos a perceber dores, cansaço, pensamentos negativos, deixamos de ter energia para o nosso dia-a-dia, entre tantos outros problemas de saúde que aparecem por simplesmente não cuidarmos da saúde da nossa energia.

Por isso é essencial conhecer e tratar muito bem dos nossos chakras, para conseguirmos ter energia para o nosso dia-a-dia, caso contrário, arriscamo-nos a ter problemas físicos de saúde que conseguem ser evitados se a nossa energia fluir.

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Falando por mim, assim que comecei a conhecer melhor os meus chakras e comecei a cuidar da minha energia, sinto-me muito mais leve, com mais energia todos os dias e por isso comecei a ser mais produtiva e positiva e os dias deixaram de ser um peso para mim.

É por isto que eu vos quero dar a conhecer os diferentes chakras, para perceberem um pouco mais sobre vocês e sobre os vossos sentimentos.

Comenta aqui se já tinhas ouvido falar em chakras, se já conheces os teus ou se tens alguma dúvida. Fico à tua espera.

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