Queres conhecer-te melhor? #03

Mais um inicio de mês, mais 4 questões de autoconhecimento que eu decidi trazer para vocês. O desafio é o mesmo, pegar numa questão por semana e perceber qual é a verdadeira resposta a cada uma delas. Todas as semanas eu vou publicar, tanto no facebook como no Instagram um post com a pergunta da semana, para não te deixar esquecer sobre elas.

As perguntas este mês são:

  1. Como é que tu te vês?
  2. Como é que tu gostarias que os outros te vissem?
  3. Qual é a diferença entre o que tu és e como tu gostarias de ser?
  4. Tu esforçaste para ser quem tu queres ser?

As perguntas deste mês como tu podes perceber, são questões muito duras de responder mas é importante que tu te esforces por ser o mais sincero possível quanto a elas porque só assim elas podem mudar a tua vida, por isso, tira um tempinho para ti e responde a cada pergunta com sinceridade, vais ver que vai mudar muito a forma como te vês a ti próprio e a reacção dos outros a ti.

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A mentira no nosso corpo

Hoje é dia das mentiras e por isso venho falar das consequências das mentiras no nosso corpo, porque os nossos corpos não gostam de mentiras, tanto que, muitas vezes as nossas mentiras são detectadas na nossa linguagem corporal, porque o corpo tende sempre a dizer a verdade, e, por isso mesmo, quando expomos o nosso corpo às mentiras frequentemente acabamos por contrair alguns sintomas.

Antes de passar aos sintomas físicos, sabe-se que sentimentos comuns em quem mente frequentemente (e não sofre nenhuma patologia maior) são a culpa e o medo. A partir do momento em que mentimos começamos a sentir o medo de sermos apanhados na mentira e isso aumenta os nossos níveis de stress. Por consequência deste stress e deste medo, o cérebro acaba por libertar hormonas de alerta, como a adrenalina, que com o acumular das mentiras podem trazer-nos: insónias, compulsão alimentar, tensão muscular, dores no abdómen e no estômago, taquicardia, sudorese, tremores. Ou seja, a mentira vai desequilibrar-nos por completo os chakras e vai fazer com que a longo prazo surjam somatizações mais graves destes desequilíbrios.

Quanto aos sintomas psicológicos podemos contar ainda com: irritabilidade, depressão, mau humor, desconcentração e por consequência começam a existir acidentes pela desconcentração e distracção.

Por isto tudo, é bom perguntarmo-nos se vale a pena viver na mentira. Não será mais fácil viver com a verdade? Enfrentar a consequência dos nossos actos e viver sem este desequilíbrio que a mentira gera no nosso corpo? A ideia é percebermos porque é que precisamos de mentir? É porque fizemos alguma coisa errada ou porque há alguém que não entende o que fizemos, mesmo não prejudique ninguém, para as duas temos uma solução. Se precisamos de mentir porque fizemos alguma coisa mal, é uma oportunidade de aprendermos e fazermos melhor na próxima. Se é alguém que não entende o que fazemos, afasta-te dessa pessoa, porque essa pessoa não te faz bem. Uma coisa é certa, viver na mentira não é solução.

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Pausa para… vídeo

Hoje fazemos uma pausa na programação de posts escritos para trazer uma novidade para quem não me segue nas redes sociais. Na segunda-feira comecei um canal no YouTube, uma forma de ficarmos mais próximos e de vocês me conhecerem um pouco melhor. A programação aqui no blog vai continuar igual, podem contar com os 3 posts habituais: Segunda, Quarta e Sexta. Hoje, trago-vos o meu último video que saiu ontem, espero que gostem ❤

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Vamos livrar-nos de rótulos?

Se há coisa que é habitual no ser humano é rotular as pessoas, seja porque é desorganizada, porque é desatento, demasiado tímido, porque estamos despenteados, porque somos demasiado magros ou demasiado gordos, porque somos demasiado novos ou demasiado velhos. Para todo o tipo de pessoas temos um rótulo, quase sempre dado sem conhecer a pessoa que estamos a rotular, então, se vemos alguém que tem um cabelo ondulado e não liso, muitas vezes, já dizemos que a pessoa está despenteada, se a pessoa é mais gordinha é porque só come e porque não faz mais nada além disso. Estes rótulos são dados sem se pensar minimamente no que pode estar por trás da vida da pessoa ou como a pessoa se pode sentir ao ouvir este rótulo.

A Madre Teresa de Calcutá dizia uma coisa com a qual eu concordo muito: “Quem julga as pessoas não tem tempo para amá-las” e isto é rigorosamente verdade, nós quando perdemos tempo a pôr as pessoas em caixinhas não estamos a investir esse mesmo tempo em conhecer a pessoa e a saber mais sobre ela, estamos apenas a olhar superficialmente para ela e a subjugar a pessoa a algo.

Sim, porque eu acredito que quando estamos a rotular alguém estamos a subjugá-la a alguma coisa que é negativo, porque estamos a ver apenas um lado da nossa percepção da pessoa, quando isso pode não ser a verdade. Nós somos muito de muitas coisas, não é porque eu tenho um estilo mais descontraído que não sou uma pessoa séria, não é porque eu sou bem disposta que não sou competente, nós somos muitas coisas e temos várias facetas. E ao colocarmos rótulos estamos a tentar que a pessoa não viva em pleno todas as suas facetas, porque se desde pequenos ouvimos constantemente, que somos apenas aquilo, chegamos a um ponto da nossa vida em que podemos acreditar que somos mesmo só aquilo.

Quando na realidade, nós viemos cá para sermos felizes e a felicidade constrói-se a partir da aceitação de quem realmente somos, por isso, não vale a pena termos encaixar-nos nesta ou naquela caixinha, vamos é sair todos da caixa e vivermos a melhor versão de nós próprios mesmo que isso implique opostos. Vamos amar as nossas particularidades porque é isso que nos distingue e faz de nós os seres humanos únicos e extraordinários que somos, ao querermos encaixar-nos neste ou naquele padrão estamos a tornar o mundo todo igual, estamos a pintar um quadro todo da mesma cor, quando poderia ser um conjunto de cores dinâmico e emocionante. Por isso é tão importante aceitarmos o nosso verdadeiro eu, por isso é tão importante fugir dos rótulos e não julgar sem conhecer. Somos todos únicos e no final da vida tornamo-nos todos no mesmo, por isso, vamos aproveitar este intervalo de tempo em que cá estamos para sermos o mais felizes possível, sem complicações ou preconceitos.

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Vamos beneficiar de Reiki?

Já vos falei aqui num post anterior sobre reiki e do meu primeiro contacto com a terapia, mas hoje decidi vir aqui falar-vos um pouco mais sobre esta energia. Antes de mais quero começar por vos explicar o que significa afinal Reiki, a sílaba Rei significa Universal enquanto a sílaba Ki significa Energia, ou seja, a palavra Reiki significa exactamente aquilo que ele é: uma energia universal.

Esta energia universal de cura existe em tudo e em todos e, qualquer um, depois de ser sintonizado pode canalizar esta energia. Enquanto praticante, esta energia é canalizada do universo, entra pelo chakra da coroa (no topo da cabeça) atravessa o corpo até ao chakra do coração e a partir daí é divido em duas partes que se dirigem para o chakra de cada uma das mãos e sai. É de lembrar, que para receber esta energia não é necessário toque, a colocação das mãos é feita a alguns centímetros do corpo de quem está a receber esta energia, apenas em alguns casos excepcionais é feito um toque leve a quem recebe Reiki. O paciente pode estar sentado ou deitado, completamente vestido mas de preferência descalço.

Esta energia do Reiki é sempre uma energia positiva, que ao entrar no campo energético de quem o recebe vai tratar chakra a chakra os problemas energéticos da pessoa que está a receber esta energia. Muitas vezes, os problemas de saúde que temos são resultado de somatizações de sentimentos e energias negativas que temos no nosso corpo, por isso, ao tratarmos o campo energético estamos a tratar problemas de saúde que temos e com o Reiki podemos:

  • Produzir um profundo estado de relaxamento que pode aliviar o stress que sofre, seja este stress produzido pela doença ou pelo dia a dia;
  • Aumentar as defesas do corpo de modo a que ajude a superar, por exemplo, uma infecção;
  • Aliviar estados de depressão e cansaço;
  • Eliminar ou reduzir os efeitos secundários de fármacos.
  • Potenciar o efeito benéfico dos fármacos;
  • Acelerar a eliminação de toxinas da anestesia e fármacos empregues;
  • Reduzir a ansiedade antes de uma intervenção cirúrgica ou química;
  • Aumentar a sua capacidade de recuperação.

Estes são apenas alguns dos benefícios do Reiki, no meu caso, depois que comecei a aplicar o auto tratamento, comecei a sentir-me muito mais energética durante o dia, comecei a sentir uma maior leveza no meu espírito e no meu corpo, as dores provocadas pelo stress desapareceram, sinto-me mais em paz e com uma maior capacidade de aceitação para comigo e para quem me rodeia.

O contacto frequente com a energia do Reiki faz com que a intuição, a consciência e o autoconhecimento se desenvolva, limpa e clarifica o campo energético e faz essa mesma limpeza também aos ambientes que nos rodeiam. Por isso, para quem têm uma maior sensibilidade às energias é uma prática bastante aconselhada, mas não só, pessoas que tenham qualquer tipo de dor, de mal-estar emocional ou físico, tome ou não medicação pode recorrer a um praticante de Reiki para a ajudar.

Por isso, se se reconhece em algum dos quadros que aqui falei, experimente o Reiki ele vai com certeza ajudar na sua situação, por mais complicada que esta lhe pareça. E lembre-se: Só por Hoje, Sou Calmo, Confio, Sou Grato, Trabalho Honestamente, Sou Bondoso.

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