5 coisas que aprendi com… Tony Robbins

Tony Robbins, já falei dele algumas vezes aqui no blog, porque eu realmente gosto muito dele e quero mesmo um dia poder ir a uma das suas palestras. O Tony como já te contei é um guru motivacional formado em Programação Neurolinguística, hoje trago-vos 5 coisas que aprendi com ele mas, com certeza, vai haver mais posts de coisas que aprendi com ele. Para já, começo com os seguintes pontos:

  1. Aumenta o teu padrão – tu podes não conseguir aquilo que queres mas também não te podes satisfazer com qualquer coisa, é importante definires o mínimo que tu aceitas e não aceitar qualquer coisa. Por exemplo, uma pessoa que fumou a sua vida inteira e quando se fala em desistir de fumar a pessoa responde: “Ahhh… eu fumei a vida inteira. Eu não consigo deixar de fumar, faz parte de quem eu sou” esta pessoa está a com um padrão baixo, está a desistir de ter a sua saúde melhorada porque parte de quem ela é está nos cigarros, ao aumentar os seus padrões, a resposta desta pessoa poderá ser: “sim… eu mereço melhor que isto, o meu corpo não merece ser maltratado desta forma” e por sentir que a pessoa não merece isto, deixa de fumar.

  2. Coisas não te fazem feliz, progresso faz – É muito frequente ouvir pessoas dizerem que quando tiverem uma determinada coisa que vão ser felizes, exemplo: “ai… se eu ganhasse o euromilhões é que era”, no entanto, muitas vezes quem ganha o euromilhões sente-se profundamente infeliz. Isto têm uma razão de ser, não são coisas que nos fazem felizes o que nos faz feliz é as coisas que fazemos. Quando nos propomos a um determinado objectivo, o que nos faz feliz é ver que estamos a conseguir evoluir e a dar passos para chegar a esse objectivo. Por isso, não lutes por coisas, luta por progresso.

  3. Sê engenhoso – Quantas vezes queríamos ter feito uma coisa, vamos procrastinando até ver alguém com essa coisa feita, pois é, nós fomos arranjando desculpas para não fazer, porque não temos isto ou aquilo ou o outro, são apenas desculpas que o teu cérebro inventa pelo medo de não conseguir, por isso, sempre que o teu cérebro te der uma desculpa para não conseguir começa a pensar numa solução para esse problema e vais ver que consegues tudo o que queres.

  4. Muda os teus hábitos – Os nossos hábitos fazem de nós quem nós somos, e tal como na matemática não podemos esperar um resultado diferente com os mesmo factores, 1+1 vão ser sempre 2, por isso, se queres mudar de vida tens de mudar os teus hábitos para eles estarem alinhados com a vida que tu queres, por exemplo, se queres ter um corpo definido não podes passar todo o dia sentado como tens feito até agora, tens de começar a praticar exercício.

  5. Muda a tua forma de pensar – Tal como nos hábitos, é importante trabalhar os pensamentos, não podemos esperar a uma situação feliz na nossa vida se mantivermos pensamentos negativos constantemente. É, por isso, importante manteres uma higiene mental e uma atenção plena aos teus pensamentos para os conseguires trabalhar de forma a que eles te ajudem a atingir os teus objectivos.

O que achas destes pontos? Queres que faça mais posts sobre ele? Comenta aqui para saber a tua opinião.

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Por um mundo melhor… igualdade

Ser mulher é maravilhoso, mas também, ainda é um desafio. Ainda somos vistas como o sexo fraco, ainda somos rotuladas por coisas que um homem nunca seria, ainda somos vistas como mão de obra mais barata, ainda somos vistas como menos inteligentes, ainda somos vistas como menos capazes, ainda somos vistas como exageradas, ainda somos vistas como dramáticas. Claro que estou a generalizar mas ainda há muitas pessoas que pensam assim.

Há orgulho, por parte dos homens, de ajudarem as mulheres nas tarefas domésticas, no entanto, as mulheres não precisam de ajuda nas tarefas, precisam sim, de partilhar as tarefas com alguém. Quando um filho nasce é a mulher que fica em casa, melhoramos um pouco, os homens podem ficar uns dias com a mulher, mas serão dias suficientes para a recuperação da mulher? Quando uma mulher vai viajar a trabalho sem o filho, tem o rótulo de ser má mãe, já se for o pai, é um bom pai de família.

Ganham as mulheres o mesmo que os homens na mesma função? Não. A opinião da mulher têm o mesmo peso que a do homem? Não. Sofre a mulher bullying em “funções de homem”? Sim. Quando uma mulher se queixa de alguma coisa é considerada uma histérica? Sim. Quando uma mulher está revoltada com algo, automaticamente assumem que está de TPM? Sim.

Por tudo isto e muitas mais coisas, há muito trabalho a fazer para que uma mulher tenha o mesmo lugar na sociedade que um homem, por isso, mãos ao trabalho e nada de baixar os braços. Por uma sociedade mais equilibrada, funcional e justa.

Feliz dia da mulher.

5 sintomas de desequilíbrio energético

O equilíbrio energético é uma questão em desenvolvimento na minha vida, já faz algum tempo que esta é uma questão muito importante na minha vida. Isto porque comecei a perceber que a minha energia é influenciada pela energia das pessoas que me rodeiam, por isso comecei a estudar mais sobre energia e sobre a forma como ela é influenciada.

Certamente que já te sentiste mal perto de algumas pessoas, às vezes, estamos muito bem-dispostos até chegar alguém que vira completamente o nosso humor de pernas para o ar, ficamos mal dispostos, ficamos cansados, ficamos tensos, tudo isto por causa da energia de um lugar ou de uma pessoa.

Comecei então a perceber que existem alguns sintomas padrão para quando estamos desequilibrados energeticamente:

  • Stress e depressão, acho que é o sintoma mais imediato de desequilíbrio, a pessoa começa-se a sentir ansiosa, stressada e com a exposição prolongada a esse ambiente ou pessoa começa a sentir-se deprimida.
  • Cansaço, uma pessoa que se sinta constantemente cansada é caso para ter cuidado com a sua energia e com a sua saúde, a exposição a ambientes e pessoas negativas deixa-nos exaustos e por isso é importante afastar-nos, sob pena de arriscarmos uma somatização se continuarmos expostos.
  • Falar mal constantemente, muitas pessoas que têm a sua energia desequilibrada começam a falar constantemente mal de tudo e de todos, podendo sente-se sempre insatisfeita e revoltada.  
  • Vitimização, estas pessoas vêem-se como as grandes vítimas do mundo, por sentirem que o mundo conspira contra elas, quando na verdade é apenas esta energia negativa que está a trabalhar contra essas pessoas.
  • Preso ao passado, pessoas que estão sempre a recordar o passado, a pensar como o passado é que era bom ou a demonizar situações do passado, a par com outros destes sintomas têm de certeza um desequilíbrio energético que é preciso tratar.

Existem formas relativamente fáceis de equilibrar as energias, a primeira que aconselho e a mais natural é entrar mais em contacto com a natureza, quem me conhece sabe que um dos meus rituais da manhã é caminhar ao ar livre, seja num jardim, na praia… qualquer lugar onde estejas mais próximo da natureza faz milagres pela nossa energia. Ter animais de estimação também ajuda, eles não são os nossos melhores amigos por acaso, eles ajudam-nos a equilibrar as nossas energias. Mas existem mais formas de equilibrar as nossas energias, como:

  • Banhos de sal, é interessante fazer banhos de sal uma vez por semana, na sociedade em que vivemos e no ritmo stressante em que vivemos é cada vez mais é importante livrarmo-nos das más energias frequentemente.
  • Banhos de sol, o sol é uma das principais fontes de energia vital, por isso, é também muito importante fazer praia e caminhar ao ar livre.
  • Meditação, hoje em dia existem imensos vídeos no youtube e apps com meditações guiadas, por isso é fácil ter acesso a uma meditação que te ajude a encontrar o equilíbrio.
  • Reiki, já falei do reiki várias vezes aqui no blog, é uma importante técnica para nos mantermos equilibrados, por isso, vale a pena aprender ou encontrar alguém que nos possa transmitir reiki.

Agora resta perceber como é que tu estás… Enquadras-te nos sintomas que te descrevi aqui? Praticas algumas destas técnicas de equilíbrio? Conta-me aqui nos comentários.

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Todos erramos

Estamos num momento, em que é muito difícil aceitarmos os erros, sejam eles nossos ou das pessoas que nos rodeiam. Quando erramos, seja no que for temos logo uma sentença sobre a nossa cabeça que a sociedade nos impõe, e para mim, esta “sentença” não faz sentido nenhum.

Nós somos seres humanos, somos falíveis, é uma das coisas mais certas da nossa vida é que num momento ou noutro vamos falhar ou pelo menos fazer as coisas menos bem, é normal, é a nossa natureza. No entanto, no nosso emprego, se falharmos temos logo o chefe a chamar-nos a atenção. Mais grave ainda, quando falhamos connosco próprios, nós tratamo-nos, muitas vezes, como se fossemos lixo, por causa de uma falha. Quando na verdade, quem nunca erra são as máquinas (e ainda assim, não ponho as minhas mãos no fogo por elas, simplesmente porque são construídas por seres humanos).

Temos de interiorizar que nós estamos aqui para evoluir e que nesse processo de evolução inevitavelmente vamos falhar, simplesmente porque nós aprendemos muito com as falhas. Quando eu vejo que fiz alguma coisa mal, eu consigo ver o que fiz mal e pensar em maneiras de fazer bem. A mim, vale-me de pouco, por exemplo num trabalho, quando erro ter o chefe à perna quando eu faço alguma coisa mal, no entanto, vale-me de muito, se esse chefe me ensinar a fazer melhor o meu trabalho. A mim, pouco me vale, ser sentenciada por algo que não está correcto, mas vale-me de muito, se a pessoa que me viu a dizer ou a fazer algo mal, me disser o porquê de eu estar errada. E claro, que essa correção deve ser feita com educação e calma e não com chacota e gritaria, já que o mais provável quando existe chacota é que a pessoa se feche e não ouça o que as pessoas lhe dizem.

É preciso tratarmos os outros como gostaríamos que nos tratassem a nós. Só assim, podemos todos melhorar e ser mais felizes, só assim vamos construir um mundo mais feliz e eficaz. Sendo gentis com os nossos erros e com os erros dos outros, porque no final das contas, somos todos seres humanos e são os nossos erros que nos ajudam a construir o nosso carácter.

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Queres conhecer-te melhor? #02

No mês passado vim aqui trazer-vos um desafio de autoconhecimento porque sinto que muitas vezes vivemos uma vida inteira sem nos conhecermos realmente. Por isso, este mês trago-vos mais perguntas deste desafio de autoconhecimento. Mais uma vez, trago 4 perguntas, uma por cada semana, para que possam ter tempo de pensar seriamente sobre cada uma delas.

As perguntas deste mês são:

  1. O que creditas que é o significado da tua vida?
  2. Quem é a pessoa mais importante da tua vida?
  3. O que é que tu mais gostas de fazer, mesmo quando estás cansado ou com pressa? Por quê?
  4. Que tipo de legado queres deixar?

Já tinhas pensado nestas questões? Se não, aproveita este mês para te perguntares a ti próprio por ti, não precisas de investir muito tempo do teu dia, 15 minutos chega para pensares, se o fizeres todos os dias vais conseguir atingir as tuas respostas.

Por isso, desejo-te bom trabalho.

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